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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Uma flor de dor

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A essa rosa ultriz e malvada

Que infeliz agora se finou

Embora fosse flor e perfumada

Foi o seu sorriso que a matou

 

Rosa rara, falsa, aculeada

Que a si própria se enganou

A todos dizia que os amava

Mas nunca a ninguém ela amou

 

Ruim, era sim, só erva daninha

Que até picos nas pétalas tinha.

Seria bela, mas era má flor!

 

Uma rosa danosa, flor de dor.

Não sabia o que era amor.

Que murchou abandonada. Sozinha!

 

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