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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Tropeço no silêncio cósmico




Num dia-noite
escuro
chuvoso
e frio

Tropeço no silêncio cósmico
caio
mas levanto-me

Venço o medo
retomo o caminho
com a Razão a sangrar

Paro
por fim
no umbral do Tempo
esgotado o Espaço
à entrada do Templo
e grito:
-« Eu não reconheço
nem aceito
a morte!
Sou ou não sou filho de Deus?»

Só o eco da minha voz
chega até mim

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