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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O infinito não é assim tão distante



Se a vida é assim tão breve
e tão curto o espaço em que nos é dado viver
e morrer

Se Aquele que nos criou
nos condenou
a vivermos breves anos apenas
num minúsculo ponto perdido num canto do Cosmos

É porque o infinito
não é assim tão distante
nem a eternidade tão demorada

Nem para se lá chegar
será necessário tanto tempo
tão angustiado pensamento
tão imerecida
sorte
ou dó

Bastará viver a vida
com naturalidade
tão só

E transpor
as portas da morte
pela via do amor
ao ritmo do verdade

Rezemos

Para não nos equivocar

2 comentários:

  1. Bom Dia Meu Amigo,
    O seu poema foi muito bem construído
    Pessoalmente imaginei que o infinito era já ali na linha do horizonte
    Beijinhos
    Bom domingo
    Susana

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  2. Bom dia, somos seres infinitos, apenas o finito vira pó. Há que viver um dia de cada vez

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