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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Minha Terra Mãe



Enlevam-se meu olhar, meu coração
Neste mar de oliveiras prateadas.
É meu berço de colinas requebradas!
Toma-se todo o meu ser, de comoção.

As aves voam em livre formação
Pela branda brisa da tarde embaladas.
São pela Mãe Natureza abençoadas!
Dão asas à sua mais pura paixão.

É terra sagrada pela oliveira
Tocada da mais lídima quietude.
É ganha-pão de gente simples, ordeira,

Que nos vales do rio e da ribeira
Cultiva essa agrária virtude,

Assim houvera paz, na Terra inteira!

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