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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Este meu canto é um pranto


 

Já me dói o peito
deste jeito de cantar

Este meu canto é um pranto
que canto
para me olvidar

Daquela vez que sorri
sem saber o que fazia
tão pouco que me perdia
porque de amor me prendia

Agora, sim, sei
que me perdi
muito embora ainda assim
continue a cantar
este meu canto
que é um pranto
de verdade

Não por gosto de penar
ou por gozo de sofrer
deste amor que é dor
tão só para esquecer
esta sofrida saudade

4 comentários:

  1. Pedro Não é bem um comentário, é uma solicitação,o Dorbalino disse-me que há tempos escreveste sobre a EPA de 1974,gostaria de lê-lo, porque da minha parte mantenho-me na mesma canoa,num mar revolto cheio de tubarões,e de facto muito pouco armado para tanta fera, que nunca me gramaram, sejam da direita,seja da esquerda não faço parte de lobarias/alcateias,logo... De vez em quando falo em ti e das ideias militares que defendias para fazer vingar a ameaça militar contra o regime. Da minha parte para além do fim da guerra e desta semi-democracia, foi tudo a perder e a ganhar ódios e algumas amizades infinitas. AbraçoAndrade da silva

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    1. Olá Andrade da Silva




      Fico muito agradado em receber notícias tuas. Envia-me, por favor, um e-mail para eu poder responder, porquanto estas tuas msgs me surgem com a classificação noreply-comment.

      Fico a aguardar.

      Abraço

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  2. todavia é uma grande surpresa descobrir-te como poeta e escritor,embora os títulos das obras estejam de acordo com bastante da tua actividade intelectual daqueles tempos idos.asilva

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  3. envio-te a ligação do https://www.facebook.com/joao.andradedasilva depois por via adequado,ou seja em msg não publica terei todo o prazer em dar-te o e-mail.
    o meu bem-haja pela tua comunicação e pelo tu mui belo blog,tenho um feiote coisas: http://liberdadeecidadania.blogspot.pt/ aquele abraço

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