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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Um raio de luz


 
 

Espraia-se o meu espírito por toda a dimensão do Cosmos
fica o corpo confinado
à Terra

A cabeça
o tronco
os membros
os olhos
os ouvidos
e demais sentidos
entrego-os à Natureza

Deixo que percorram os caminhos que lhes aprouver
sintonizados com a energia telúrica que os anima
faça sol
chuva
ou neve

Por instantes
sou eu
um ser imanente
mais etéreo que o vento

Um raio de luz
ausente
do espaço-tempo

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