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quinta-feira, 5 de julho de 2018

Escreverei poesia até à hora da morte



Na hora de morrer
ouvir-se-ão os sinos da minha aldeia
tanger
poesia
e as aves e as flores
a cantar-me ao ouvido suas dores
para me consolar

É minha sina
é minha sorte
escrever poesia até à hora da minha morte.

E uma maior alegria
exultará a minha vida
no meu coração
na hora da despedida
e a odisseia de viver
dará lugar
à epopeia de renascer
acórdão de redenção

Não deixarei de escrever poesia
e de  amar
mesmo depois de morrer



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