Acabo com
eles
com
poesia
e é de vez
Aponto-lhes
um poema à cabeça
disparo
e pronto
tudo se
consuma
em
alegria
talvez
Que descansem
em paz
e sem
dor
os imundos
senhores do mundo
Dissolvam-se-lhes
os ossos no tempo
dilua-se-lhes
o sentimento
na morte
triunfe o
vento
do amor
Com um
pouco de sorte
a
liberdade continuará a soprar
sobre a
Terra
enquanto
houver ar
para
respirar
pão para
comer
poesia
para compor
e sonhos
para sonhar
Os
maiores
são tão
pequenos como nós
Só o
Amor é grande

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