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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Portugal morreu, a minha Pátria, não!





Portugal morreu!

Jaz morto às mãos da corrupção
e das teias que ela teceu

A minha Pátria, essa não!

Minha Pátria é o meu povo
a Língua que fala
a História que conta
a Verdade e a Democracia
e toda  a sua poesia

A minha Pátria não é afronta
terreiro de paço
espaço de intriga e traição
políticos,  banqueiros e outros vilões
os coveiros da Nação

A minha pátria é Camões
é Gama
Vieira e Pessoa
Santo António de Lisboa
do Quinto Império nostalgia
futuro que o povo reclama

É o meu Trás-os-Montes natal
suas lágrimas, suas fontes
meu Santo Graal

Portugal morreu
às mãos da corrupção
feito fogo e fumo
terra queimada
Nação emigrada
gente que chora
à procura de novo rumo

Portugueses, é agora!


4 comentários:

  1. Belíssimo poema de amor a sua Pátria! Saudações, poeta.

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  2. Bom poema, mas não desesperemos. A Pátria há-de sobreviver!
    Abraço,
    JG

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  3. Guapo poema, parabienes, hoije digo…

    Fuogo que bires-te çtruiçon
    Nun traias solo sufrimiento i delor
    Traie tamien cuntigo
    Fuorça i ounion
    Que de l tou renuobo habemos de fazer upas
    De l tou calor amor
    Q’este grandioso pobo
    Há de medrar
    I nunca haberá einimigo
    que l faga bergar

    Un abraço

    (Este pequeno texto está escrito em mirandés)

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  4. Faz bem à alma a leitura deste poema, numa altura em que a palavra Pátria está a ser mal aceite...

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