Trago
o meu pobre coração a arder
É
tão triste a minha condição
Tão
abrasadora esta paixão
Que
o desfecho não posso prever
A
essa mulher não passo sem ver
Embora
forçado pela Razão
A
conter-me e a dizer que não
Senão,
tudo deitarei a perder
Mas
ela, com sorrisos e perfume
Com
seu doce jeito de me olhar
Mais
não faz que mais atear o lume
Apaixonado,
já não sei parar
Como
sair deste amor incólume
Sem
queixume, sem dor, sem me queimar
Vale de Salgueiro, sábado, 19 de Julho de 2008
Henrique António Pedro

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