terça-feira, 29 de novembro de 2016
E o meu espírito assim se redime
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Não guarde para si a última bala
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Sou um homem apaixonado
Sou
um homem apaixonado
trago
a paixão
por
perto
Vivo
de alma atada ao corpo
pelo
sopro do amor
laços
de afecto
cordas
de ilusão
liames
de fantasia
São
abraços
beijos
desejos
laivos
de poesia
Com
que me embaraço
enlaço
e desenlaço
A
minha alma voa em seu esplendor
flutua
entre a Terra e a Lua
mas
não cai
no
chão
da
rua
Faço
das tripas coração
Vale de Salgueiro, sábado, 22 de Maio de 2010
Henrique António Pedro
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Amar nunca é demais
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
É na escuridão mais escura que a alma mais luz
Abro
o livro e leio
o
meu espírito espevita
Ouço
a voz seca de Séneca
que
em seu douto pensamento
há
séculos
ao
vento
grita:
“Deixarás
de ter medo quando deixares de ter esperança.”
É
a mim que me ouço qual criança em desassossego
À
luz do dia em agonia
perco
a esperança
já
medo não sinto
mais
a minha alma anseia
No
escuro melhor me escuto e me vejo
mais
claro é o que procuro
e
o que desejo
E
no silêncio da ideia
em
mim renasce
divino
enlace
Abro
o livro
leio
e
releio “A Noite Obscura” de João da Cruz
É
na escuridão mais escura
que
a alma mais luz
Henrique
António Pedro, Vale de Salgueiro
3
de Fevereiro de 2008




