domingo, 10 de dezembro de 2017
Fado do mal amado
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Fogo-de-artifício nuclear
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Com amor, barro e poesia
Com barro bruto, o Criador, criou o homem
Soprando-lhe amor sagrado e poesia
Para divina recreação e alegria
Esquecendo as dores que os mortais consomem
Porém, tais graças com a poesia eclodem
Que o barro tosco que Deus soprou, ganhou vida
Animou Adão e fez Eva apetecida
Dos supremos deleites que na Terra ocorrem
Ao barro, porém, nosso corpo retornará
Finando-se dores e prazeres com a morte
Só a mais pura poesia se salvará
Para se livrar da matéria e má sorte
O homem, com poesia, a Deus louvará
Amando Eva, como Ele manda, sua consorte
Vale de Salgueiro, 17 de Abril de 2008
Henrique António Pedro
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Terra Mater
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
Quando a minha alma em mim anda perdida
sobre a mesa
sábado, 18 de novembro de 2017
A POESIA DE AMOR NÃO PASSA DE UM FARSA?
A poesia de amor não passa de uma farsa
de uma momice
de uma doce aldrabice?
De uma mistificação rimada
declamada
cantada
decantada
e nem sempre bem-intencionada?
A poesia de amor é um fingimento de sentimento
uma perda de razão?
É um chorrilho de fantasias e falsidades
de meias verdades
de falsas alegrias
de piruetas e caretas
de esgares próprios da paixão?
A poesia de amor não passa de uma farsa
com que o poeta
com versos perversos se disfarça?
A poesia de amor é um paradoxo
uma desgraça
um meio pouco ortodoxo
de redenção?
OH, não!
A poesia de amor é uma libertação
uma divina graça
mesmo quando não passa
de uma sublime encenação!
Vale de Salgueiro, quarta-feira, 14 de Março de
2012
Henrique António Pedro





